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Câncer de cólon e de reto

O que é
Tumores de intestino de fácil diagnóstico que começa com pólipo, uma espécie de verruga na parede do órgão que, se não tratada, pode virar um câncer invasivo.

Sintomas
Sangramento intestinal, intestino lento e constipado, diarreia e cólicas. Vale esclarecer que estes sinais não indicam obrigatoriamente câncer, pois podem resultar também de doenças comuns como síndrome do cólon irritável.

Diagnóstico
Sangue nas fezes é uma indicação de que algo está errado. O câncer de reto pode ser percebido mais facilmente com o exame de toque, mas há também os exames radiológicos com contraste que levantam suspeitas sobre o tumor. Outra forma é a pesquisa de sangue oculto nas fezes (o paciente segue uma dieta na fase do exame e deve colher três amostras para análise).
A avaliação precisa ocorre por meio de colonoscopia que visualiza a doença no cólon e no reto (fim do intestino grosso). Este exame, além de localizar o pólipo ou tumor, pode retirá-lo, no mesmo momento, para biópsia. Também é importante a retossigmoidoscopia, que visualiza o reto e o ânus, identificando hemorróidas, doenças inflamatórias crônicas e eventualmente algum pólipo ou tumor.

Tratamento
É cirúrgico (extirpa não só o tumor, mas os linfonodos que drenam tudo o que passa pelo intestino) e varia de acordo com a localização do tumor. A colostomia – porção do intestino exteriorizada na parede do abdome, por onde são escoados fezes e gases para uma bolsa coletora – pode ser provisória, caso seja possível preservar ou restaurar o esfíncter anal (músculo que controla a abertura e o fechamento do ânus), ou então permanente, dependendo da gravidade. Em alguns casos, há indicação ainda de radioterapia e quimioterapia complementar (se houver risco de o tumor voltar).

Prevenção
Além dos exames rotineiros, ajudam muito a prevenir esses tipos de câncer a adoção de hábitos saudáveis – como o consumo grande de hortaliças, frutas e vegetais frescos – e a diminuição da ingestão de gordura animal. A partir dos 50 anos, a pesquisa de sangue nas fezes deve ser realizado em quem não tem histórico da doença ou começar mais cedo para quem teve histórico familiar (a idade para começar é cinco anos antes da idade em que o familiar adoeceu).

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