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Cisto pilonidal

O que é
Tipo de lesão – bolsa revestida por células epiteliais, que contém pelos, fragmentos de pele, glândulas sebáceas e glândulas sudoríparas e pode gerar um processo inflamatório – que frequentemente se desenvolve no fim da coluna vertebral, bem no início do sulco que separa as duas nádegas, alguns centímetros acima do ânus. Este cisto também pode surgir nas axilas, no couro cabeludo e umbigo.

Causas
Já foi associado à herança genética, mas estudos atuais relacionam o cisto com uma lesão provocada por pelos soltos que, em virtude de atrito, pressão ou calor, atravessam a pele e se alojam na camada subcutânea, provocando inflamação.
Também pode ser provocado por alterações hormonais, glândulas sebáceas e pelos encravados.

Fatores de risco
Ferimentos de repetição e excesso de pelos mais grossos e encaracolados perto do cóccix , obesidade, sedentarismo, roupas muito justas e falta de higiene. Outra situação que favorece o cisto pilonidal é ficar muito tempo sentado na mesma posição durante o trabalho ou esporte (como, por exemplo, ciclismo e equitação).

Sintomas
Os cistos menores sem infecção costumam ser assintomáticos apesar de soltar um líquido turvo de odor desagradável. Quando aparece o nódulo, ele provoca dor, rubor, calor, edema e saída de secreção purulenta por um orifício que se abre na pele. Dependendo do tamanho do orifício, é possível enxergar os pelos no interior do cisto e retirá-los. Há relatos ainda de febre, náuseas e cansaço extremo.

Diagnóstico
É clínico com base no histórico, nas queixas do paciente e na avaliação da área afetada.

Tratamento
Quando há abscesso, o procedimento indicado é a drenagem da secreção purulenta através de uma pequena incisão na pele. A intervenção é realizada sob anestesia local, sem necessidade de internação hospitalar. Também pode ser solicitado uso de antibióticos. Senão melhorar, o paciente pode ter de fazer uma cirurgia que costuma deixar a ferida aberta, sem pontos, para que a cicatrização ocorra naturalmente, de dentro para fora (o período de recuperação é mais longo, mas o risco de recidivas, muito baixo). Outra abordagem é fechar a ferida com pontos (encurta o período de recuperação, mas aumenta o risco de novas crises). No pós-operatório, é preciso redobrar os cuidados com a ferida. O curativo deve ser trocado todos os dias, o local lavado com soro fisiológico e protegido com gaze.

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