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Fibrilação Atrial

O que é
Um tipo de arritmia cardíaca caracterizada pelo ritmo de batimentos rápido e irregular dos átrios do coração.

Causas
Pode estar relacionada a uma anomalia cardíaca congênita ou um dano ao coração, às doenças coronárias e à idade avançada e hipertensão.

Sintomas
Em muitos casos, não dá sintomas, mas o paciente pode observar alguns sinais, como palpitação e coração acelerado, cansaço, falta de ar, tontura e até mesmo desmaio. Nessa condição, é fundamental procurar um médico imediatamente.

Tipos
Paroxística: dura de poucos segundos a alguns dias e, então, para por si só
Persistente: não para espontaneamente, mas pode ser interrompida, se for corretamente tratada
Permanente: está presente em todos os momentos e nem sempre há necessidade médica de revertê-la

Diagnóstico
É feito através de exame físico e confirmado com eletrocardiograma, teste de resistência e dispositivos de monitoramento cardíaco de longo prazo.

Tratamento
Poder ser realizado com medicamentos, cardioversão elétrica (um tipo especial de choque) ou procedimento de ablação por cateter ou cirurgia (cauterização do tecido cardíaco em pontos de onde emanam os estímulos para a fibrilação atrial).

Como evolui
A principal complicação é o aumento do risco de AVC.
A doença acontece quando os átrios, câmaras superiores do coração, se contraem em um ritmo diferente do resto do coração, fazendo com que o sangue não corra do jeito que deveria. Muitas vezes, o corpo se adapta bem a essa falta de sincronia, mas pode acontecer de o sangue engrossar e coagular. Esse coágulo pode se espalhar pelo corpo e chegar ao cérebro, onde entra em uma veia pequena e interrompe o fluxo sanguíneo, gerando uma inflamação localizada e um entupimento, que é o AVC.

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