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TOC – Transtorno obsessivo compulsivo

O que é
O transtorno obsessivo compulsivo é um distúrbio psiquiátrico de ansiedade que pode ser um obstáculo não só para a rotina da pessoa, mas também para toda a família.

Sintomas
Presença de pensamentos obsessivos que invadem a pessoa insistentemente, sem que ela queira, e as obrigam a repetir ações – em geral, nas áreas da limpeza, checagem ou conferência, contagem, organização e simetria. O diagnóstico decisivo ocorre cerca de nove anos após os primeiros sintomas.

Classificação
Existem dois tipos de TOC:
– Transtorno obsessivo compulsivo subclínico: os rituais se repetem com frequência, mas não atrapalham a vida da pessoa;
– Transtorno obsessivo compulsivo: as obsessões persistem e só passam quando ela cumpre certos rituais.

Causas
Vários fatores estão envolvidos, mas refere-se a um problema multifatorial e a existência de alterações na comunicação entre determinadas zonas cerebrais que utilizam a serotonina. Outras possíveis causas são fatores psicológicos e histórico familiar.

Como identificar o TOC

ISSO É…
– Se atrasar todos os dias para ir à escola, pois não consegue sair do chuveiro até que tenha se ensaboado 41 vezes, por exemplo.
– Fechar e tornar a fechar a porta de casa antes de ir para o trabalho todo dia por cerca de meia hora.
– Checar inúmeras vezes se o interruptor da luz está desligado, mesmo parecendo óbvio que a lâmpada está apagada.
– Não conseguir parar de saltar sobre a guia da calçada até que tenha feito isso por 99 vezes para ‘não acontecer nada de terrível com a família’.
– Arrumar o quarto, preocupando-se demais para que as coisas estejam simétricas, perfeitas, organizadas ou alinhadas.

ISSO NÃO É…
– Sempre lavar bem as mãos antes das refeições.
– Verificar se a porta está trancada todas as noites antes de dormir.
– Gostar de arrumar objetos em uma prateleira.
– Dedicar seu tempo livre para montar uma coleção.
– Só deixar o escritório depois de arrumar e limpar a mesa e as gavetas.

Tratamento
O tratamento pode ser medicamentoso (com antidepressivos inibidores da recaptação de serotonina), com terapia cognitivo-comportamental ou associados os dois tipos de abordagem. Quanto mais cedo ocorrer a intervenção terapêutica há mais chances de sucesso no tratamento.

FONTE: PROTOC

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