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Aneurisma da artéria esplênica

O que é
Dilatações na artéria esplênica, que vasculariza o baço e se ramifica para o pâncreas e para o fundo do estômago.

Causas
Está associado à fragilidade preexistente da parede da artéria e ao aumento da pressão sanguínea. Outros fatores desencadeadores são: aterosclero¬se, multiparidade (gravidez múltipla), hipertensão portal (nas veias que levam o sangue dos órgãos abdominais para o fígado), processos inflamatórios intra-abdominais, traumas abdominais, doenças do tecido conjuntivo, aneurismas congênitos ou êmbolos micóticos (infartos sépticos).

Sintomas/Diagnóstico
Desenvolve-se de forma assintomática e é descoberto na maioria dos casos nos exames de outras doenças clínicas ou quando ocorre a rotura. Incidentalmente, exames pouco invasivos podem visualizá-lo como radiografia simples, ultrassonografia, tomografia computadorizada ou ressonância nuclear magnética. No entanto, a angiografia ainda é o método mais utilizado para diagnóstico e avaliação (visualiza inclusive o comprometimento de outras artérias viscerais).

Tratamento
Nem todos os aneurismas necessitam de intervenção cirúrgica, mas precisam ser administrados controlando os fatores de risco e fazendo acompanhamento por exames radiológicos. A cirurgia é recomendada para aneurismas com diâmetro maior que 5 cm ou com crescimento rápido. É claro que cada paciente deve ser avaliado particularmente, mas leva-se em conta a ameaça de ruptura do aneurisma – o melhor método é indicado a partir da anatomia do aneurisma (forma, tamanho e localização) e estado clínico do paciente.
– Cirurgia convencional: a cavidade abdominal é aberta de forma que a área da artéria dilatada é trocada por uma artéria sintética a fim de restituir a passagem do sangue.
– Cirurgia endovascular: procedimento que utiliza tecnologia e instrumentos especiais para colocar uma malha metálica/stent/endoprótese no interior do aneurisma, isolando o trajeto do sangue desta área antes dilatada.

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