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Frio e saúde vascular

O risco
As baixas temperaturas podem desencadear a diminuição da circulação sanguínea ao músculo cardíaco e quem sente mais são pessoas com predisposição ou aquelas que sofrem de problemas do coração.

Como surge o problema
Quando o corpo sente frio, ele libera uma substância (chamada catecolamina) que sobrecarrega o sistema vascular que precisa trabalhar mais para manter o equilíbrio térmico. Essa demanda inclui constrição (espasmos) dos vasos sanguíneos, respiração superficial pela boca e aumento da frequência cardíaca. Como os vasos se apertam, principalmente as artérias, o sangue circula com menor intensidade até outras partes do corpo, com riscos especiais ao coração e cérebro.

Gravidade I
Menos trânsito de sangue até o coração pode causar desde isquemia (falta de alimentação das artérias coronárias) até angina (um tipo de dor no peito).

Gravidade II
Alterações metabólicas conjugadas a elevação dos níveis de colesterol (as pessoas tendem a comer mais alimentos gordurosos) podem formar perigosas placas de gordura que, com o tempo, põem em risco ainda o fluxo sanguíneo nas artérias do cérebro, resultando em acidente vascular cerebral.

Gravidade III
O frio excessivo pode levar à ruptura de uma placa aterosclerótica, o que causa a trombose intravascular e a obstrução da artéria.

Gravidade IV
Outra complicação é que o frio expõe mais as pessoas às doenças virais. Para combatê-las o organismo tem de se esforçar e isso pode provocar desequilíbrio do músculo cardíaco, levando a quadros de insuficiência cardíaca, que é marcada por falta de ar durante esforços.

Grupos de risco
Pessoas que sofrem de doenças cardíacas, obesidade, hipertensão arterial e diabetes, especialmente os idosos, por terem uma reserva fisiológica mais restrita.

Orientações
Controlar a pressão arterial, o colesterol e a diabetes mellitus, manter a prática de exercícios físicos (sempre com supervisão profissional), seguir uma dieta saudável (evitar alimentos ricos em gordura) e parar de fumar.

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