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Ultrassom e espuma densa

Finalidade
O uso de ultrassom guiando o tratamento com espuma densa está presente na investigação inicial ou cada sessão de aplicação do polidocanol.

Como é o exame
Pode ser feito no consultório do médico vascular ou com especialista em imagem (fornecerá laudo para ajudar o trabalho do vascular). É similar a qualquer outro ultrassom. O médico passa o scanner na área doente e vê-se com total nitidez a saúde e o acometimento das veias.

Indicações
Para casos mais graves como insuficiência de safena ou de veias perfurantes quando  os doentes apresentam sintomas como inchaço, alterações na cor da pele, coceira/vermelhidão (eczema), inflamação (tromboflebite) e até sangramento (varicorragia).

Vantagens
O tratamento de espuma densa guiada por ultrassom é eficaz e seguro. Se o médico tiver o equipamento no consultório, à medida que visualiza a veia doente, já pode tratá-la com a espuma esclerosante. No caso de as imagens terem sido captadas em laboratório, ele também terá subsídios para acertar os pontos com mais precisão. Este recurso minimiza as chances de efeitos colaterais leves (como hiperpigmentação, dor e endurecimento venoso) a graves (como trombose e embolia pulmonar).

Tempo
Com o apoio do ultrassom, as sessões costumam ser mais demoradas (máximo de 30 minutos), porém o número de visitas ao médico para novas aplicações tende a diminuir.

Resultados
Em cerca de 70% dos casos as veias doentes fecham apenas com uma sessão de espuma densa. A eficácia do tratamento não é mensurada no mesmo dia da aplicação e sim no retorno médico após três semanas de uso ininterrupto da meia elástica. Se a veia tiver fechado totalmente, o médico segue adiante para outra região. Se não houve avanço ou a melhoria foi parcial, o vascular fará novas aplicações no mesmo local.

Dra. Cláudia Fiorini

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